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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Tudo misturado-Páscoa 2012

Nada como dar uma chegadinha na praia para recarregar as energias! Com um feriado então, melhor ainda. O tempo estava bom e o coelhinho foi bem generoso. Algumas fotos que tiramos na Páscoa: cachorro, flores, pássaros e mais algumas coisinhas...
Para começar o Átila tentando se esconder das moscas e mosquitos bem "camuflado" num pé de bromélia:





sábado, 18 de fevereiro de 2012

Itapoá- Santa Catarina (5)

Em Itapoá, além da praia maravilhosa, contamos com o Rio Saí-mirim onde é possível fazer uma daquelas pescarias, só pra inglês ver. Jeito bom de curar o stress acumulado!!! Também podes dar uma voltinha de caiaque pra colocar o físico em dia. Quando tu não estás a fim de uma água salgada tem a doce também e bem geladinha pra espantar o calor.





sábado, 11 de fevereiro de 2012

Itapoá- Santa Catarina (4)

Praia de águas verdes e mornas quando a maré ajuda. Uma maravilha!!! Verdinha de enxergar o esmalte das unhas dos pés . Surfista só se dá bem por lá no inverno pois no verão é esta calmaria toda aí. Lembra quando eu falei que queríamos uma praia calma para as crianças? Era disto que eu estava falando...


                                  Vista de uma das pedras que ficam dentro do mar (são 3 no total)  
                    

                                                         Águas calmas e transparentes...


onde as crianças ficam à vontade.


                                                            Vista de outra das pedras

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Itapoá- Santa Catarina (3)

Em Itapoá, como já falei, a natureza é exuberante. Prova disto é a Cascata Casarão que fica nas imediações da prefeitura. Lugar maravilhoso e único. Encravada na montanha surge uma cascata linda. Na entrada tem um casarão antigo em estilo enxaimel que dá as boas vindas aos visitantes. Uma ótima sugestão para dias muito quentes pois a água é geladinha, geladinha...


                                                                      Casarão


                                                                      Cascata


                                                                   Piscina da cascata

domingo, 29 de janeiro de 2012

Itapoá- Santa Catarina (2)

Início da construção da casa, mais ou menos 9 anos depois de comprado o terreno. Isso depois de 6 meses de discussões atrás da planta baixa ideal para acomodar todos. Teve até concurso da "melhor planta baixa". A minha foi a vencedora por unânimes 4 votos!!! 

Início da obra

Tirando o desgaste natural de uma casa com mais de 10 anos de uso, continua tudo igual. Até as árvores, que fizemos questão de manter, são as mesmas. Depois de todos esses anos, continuam nos fazendo sombra e companhia.

                                                                    Frente da casa

                                                                             
                                                                 Varanda da frente


                                                                    Vista noturna do pátio




sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Itapoá- Santa Catarina (1)

                                                                    Vista geral da praia


          Resolvi  mostrar para vocês um pouco da "minha praia" e contar a história da nossa casa. Há mais ou menos 23 anos atrás, residíamos em Joinville. Tínhamos acabado de construir nossa primeira casa: maior orgulho! Apesar do dinheiro ser muito curto e da demora na construção, fizemos a casa sem ficar devendo um tostão pra ninguém. O que dava pra comprar a gente comprava, o que não dava, entrava na lista de espera. Meu filho tinha lá pelos seus 2 anos. Era o segundo emprego do meu marido. Lazer: só aquilo que o dinheiro nos permitia que era ir à praia de vez em quando e nas imediações da cidade pra não ficar muito caro. Na maioria das vezes acampávamos de barraca em Enseada, praia de São Francisco do Sul, distante uns 70 km de onde morávamos. Às vezes, alugávamos alguma casa por uns 10 ou 15 dias e, quando tínhamos companheiros, dividíamos o aluguel para baratear o veraneio. Nossas companhais frequentes eram o Clademir, colega de faculdade do meu marido, sua esposa Mara e seus dois filhos, Daniele e Diego, que são da mesma idade do meu filho. Tudo vinha a calhar: dois casais e três crianças.Convivíamos maravilhosamente bem, como uma família de 7 pessoas.  Numa de nossas idas e vindas pelo litoral de Santa Catarina resolvemos procurar um terreno na praia, assim, sem muita responsabilidade. Depois de muito passeio, achamos tudo muito caro e estávamos quase desistindo quando alguém teve a idéia de ir a Itapoá- última praia de Santa Catarina, na divisa com o Paraná. Fomos passar o final de semana lá e adoramos o lugar. Era bem o que a gente precisava: cidade calma e mar sossegado para as crianças. Achamos um terreno bem de nosso gosto. Não tão próximo da praia mas bem próximo do rio que corta a cidade, o rio Saí-mirim. Resultado: compramos o terreno, meio e meio com nossos companheiros e 9 anos depois construímos a casa. Itapoá faz parte de nossas vidas, jamais esqueceremos o que vivemos lá. . Praia de natureza abundante, fauna exuberante e que "guarda" muito de nossas vidas.


                                                              Vista da Barra do Saí

depois tem mais...

terça-feira, 21 de junho de 2011

O retorno dos convivas 4

E para melhorar uma novidade!!!



Este nunca tinha aparecido antes. Pássaro muito interessante: corpo amarelo-queimado e cabeça cinza.


É só pararmos para observar aquilo que a natureza nos apresenta, pelo menos, um pássaro diferente por temporada.











domingo, 12 de junho de 2011

O retorno dos convivas 3



Os coloridos estavam exuberantes!



domingo, 5 de junho de 2011

O retorno dos convivas 2

O amarelo com preto (ou será azulão, quem sabe roxo?) também foi encarar uma banana.



domingo, 29 de maio de 2011

O retorno dos convivas 1

Programa de Páscoa? Praia! Como o verão já está acabando, pelos menos nos outros lugares porque aqui em São José ainda nem chegou, nossos convidados ilustres voltaram a freqüentar Itapoá. Aos poucos, vão retornando à cidade, acredito eu porque a comida lá é mais farta nesta época. Ainda faltam alguns mas os mais "de casa" já estão aproveitando as bananas que meu marido leva pra eles com intenção de tirar umas fotos. Eles já adquiriram confiança na casa e, não me perguntem como, sabem, que não vão ser maltratados. Ficam há poucos metros de nós e só vão embora caso façamos algum movimento brusco ou barulho muito alto. Como sempre, enchem nossos olhos de beleza!



quarta-feira, 23 de março de 2011

Voltando a contar histórias

...continuação

Para chegarmos à praia, utilizamos a BR 116 que aqui no Paraná chama-se BR 376, não me perguntem o porquê. Essa mesma BR também vai para Balneário Camboriú, Florianópolis e todas as outras praias do litoral de Santa Catarina. Imaginem agora o trânsito num um feriado prolongado! Todo o estado vai usar esse caminho para ir ao litoral. Isso sem falar nos paulistas que também andam por aqui. Horas a fio de viagem. Um percurso que duraria, normalmente, 1 hora e 15 minutos, nessas ocasiões demora mais ou menos de 5 a 7 horas. Usem agora a sua mais criativa imaginação e pensem num animal de 60 kg num banco traseiro de carro durante todo esse tempo. Nem pensar! Para evitarmos esse transtorno todo, o remédio foi sair de casa antes de voltar depois. Decidimos viajar na quinta-feira. Tudo resolvido: viagem rápida para não estressar o bicho. Não ia dar nem tempo de ele perceber que estava demorando. Ledo engano: acidente na estrada. Aquela 1 hora e 15 tranformou-se em 5 horas com uma chuvinha básica para não podermos abrir as janelas. A "criatura" até que se comportou bem. Paramos duas vezes para ele esticar as pernas e fazer necessidades. Até dormiu quando percebeu que o negócio ia se estender. "Doce criatura". Brincadeira? Não, é sério mesmo. Ele é realmente uma doce criatura.
Apesar do incômodo , que é visível, o que importa pra ele é estar junto conosco. Suporta até o excesso de calor e insetos voadores que são em grande número por lá. O pátio é aberto e temos que ficar o tempo todo de olho nele pois fica tentando dar umas escapadelas para fora . O tempo não estava muito bom o que, de fato, foi melhor pois o calor não era tão grande. Os pássaros coloridos não apareceram. Acho que nesta época do ano vão para outro lugar. Átila aguentou firme mas tenho a sensação de que quando chegamos em casa de volta, ele me olhou com aqueles olhos lindos e pensou: "agora tô no meu lugar".

Tirando um cochilo na sala:


Tá me chamando????


Foi preciso muita quirera para aparecer alguns:

Um beija-flor de vez em quando:

Escondidinho embaixo da mesa para os mosquitos não verem:

Banho de lua:

Algumas poucas orquídeas estavam floridas:

terça-feira, 22 de março de 2011

Voltando a contar histórias




Vamos começar do princípio como manda o figurino. Na última passagem de ano, recebemos a visita de pessoas inescrupulosas que "levaram" vários eletrônicos da casa e dos amigos. A máquina fotográfica foi um dos itens escolhidos. Resultado: muito tempo sem fotos e consequentemente muito tempo sem histórias. Agora, habilitados com máquina nova e melhor (ainda bem!!!) posso voltar a fotografar e postar as fotos no blog.
Passagem escolhida: carnaval!!!
Há muito tempo que não tenho entusiasmo para as folias de momo. Olhar, tudo bem; participar, só de longe. Não tenho mais paciência para aquela muvuca típica da festa. O que me dá prazer, na verdade é curtir uma praia. Adoro água! Nestas ocasiões -feriados prolongados- bate uma vontade de aproveitar o litoral. Só que aí aparece o problema: como sair de casa e deixar o "filhotinho" da mamãe sozinho tantos dias. Não pensem vocês que estou falando do meu filho. Esse já sabe se virar sozinho. Estou me referindo ao meu cão de estimação chamado Átila. Nem pensem também que se trata de um cachorro pequeno, desses de madame, que aliás, gosto muito também. Meu cão é um indefeso, companheiríssimo e pequeno rottwieller que deve pesar mais ou menos sessenta quilos. A criatura é acostumada com nossa companhia além de comer na hora certa e brincar na hora certa. Como deixar uma coisinha dessas sem a gente por tantos dias? Coisa que seria normal para todo mundo em se tratando de um cão de guarda. Para mim não! Gosto de ter o animal por perto. Solução: levar o bicho junto para a praia. Aí começa minha história...
continua...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Para quem aprecia pássaros...

Três vídeos que fizemos na máquina fotográfica de nossos visitantes ilustres.




sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Verão!!!

kkkkk, 
recebi por e-mail e achei hilário. 
É a pura verdade, mas quem resiste 
a uma prainha dessas, 
com tudo isso aí? 
Pensando melhor, acho que é isso que torna tudo tão 
deliciosamente horrível. 
Se não fosse assim, 
iria cair na mesmice de nosso dia-a-dia. 
É pra isso que vamos lá, para mudar os hábitos.
Fazer coisas diferentes, conhecer gente nova. 
Tudo isso acontece todas as vezes
 e em todos os anos.
A minha praia só não tem as latinhas de cerveja
dentro da água do mar 
nem gatos e cachorros na areia. 
Com certeza as crianças da minha praia 
devem fazer coleção
com alguma outra coisa...conchinhas talvez? 
Vou rezar para que seja isso! kkk
Vale pelo texto que é muito criativo. 
Ainda bem que a minha prainha
é um pouco diferente!

"E vem chegando o verão... Ótimoooo!
Verão também é sinônimo de pouca roupa
E muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco
trabalho e muita micose.
Verão é picolé de Ki suco no palito reciclado,
é milho cozido na água da torneira,
é coco verde aberto pra  comer a gosminha branca. 
Verão é prisão de ventre de uma semana e
pé inchado que não entra no tênis..
 Mas o principal ponto do verão é a
Praia! Ah, como é bela a praia. 
Os cachorros fazem cocô e as crianças
pegam pra fazer coleção.
Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha
na cabeça das véias. 
Os  jovens de jet ski atropelam os surfistas,
que por sua vez, miram a prancha pra abrir 
a cabeça dos banhistas.. 
O melhor programa pra quem vai à praia é
chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol 
ainda está fraco e as famílias estão chegando. 
Muito bonito ver aquelas pessoas carregando
vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco
guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, 
balde, chapéu e prancha, 
acreditando que estão de férias. 
Em menos de cinqüenta minutos, todos já
estão instalados, besuntados 
e prontos pra enterrar 
a avó na areia. 
E as crianças? Ah, que gracinhas! 
Os bebês chorando de desidratação,as
crianças pequenas se socando por uma 
conchinha do mar, 
os adolescentes ouvindo walkman 
enquanto dormem. 
As mulheres também têm muita diversão na
praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte
quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo. 
Já os homens ficam com as tarefas mais
chatas, como perfurar o poço pra fincar o cabo do
guarda-sol. 
É mais fácil achar petróleo do que
conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé. 
Mas tudo isso não conta, diante da alegria,
da felicidade, da maravilha que é entrar no mar! 
Aquela água tão cristalina, que dá pra ver
os cardumes de latinha de cerveja no fundo. 
Aquela sensação de boiar na salmoura como
um pepino em conserva. 
Depois de um belo banho de mar, com o rego
cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela
vontade de fritar na chapa. 
A gente
abre a esteira velha, 
com o cheiro de velório de bode, 
bota o chapéu, os óculos escuros 
e puxa um ronco bacaninha. 
Isso é paz, isso é amor,
 isso é o absurdo do  calor!!!!! 
Mas, claro, tudo tem seu lado
bom. 
E à noite o sol vai embora. 
Todo mundo volta pra casa tostado e 
vermelho como mortadela, 
toma banho e deixa o sabonete  
cheio de areia pro próximo. 
O Shampoo acaba e a gente acaba lavando 
a cabeça com qualquer coisa, 
desde creme de barbear até
desinfetante de privada. 
As toalhas, com aquele cheirinho de mofo  
que só a casa da praia oferece. 
Aí, uma bela macarronada 
pra entupir o bucho
e uma dormidinha na rede 
pra adquirir um bom torcicolo e
ralar as costas queimadas. 
O dia termina com uma boa rodada de tranca 
e uma briga em família.
Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado,
babando na fronha e torcendo 
pra que na manhã seguinte,
faça aquele sol e todo mundo 
possa se encontrar no mesmo
inferno tropical. 
Qualquer semelhança com a vida real, 
é uma mera coincidência."
Luís Fernando Veríssimo

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Olhar

Um velho companheiro



Acredito que as pessoas gostam de ver do que estou falando, por isso posto as fotos junto com o texto que escrevo. Com o passar do tempo, fui modificando o formato das postagens, falando mais, expondo minhas idéias e o que me vai na alma. Arrumo as fotos com muito cuidado e tento combinar as molduras com o que está dentro. Ainda não sei bem se escrevo para as fotos ou se as fotos me fazem escrever. O fato é que gosto de escrever, gosto de fotos (sou péssima nisso! a maioria foi tirada pelo meu marido) e adoro enfeites. A maior parte das molduras pego no site do Jackson Ângelo, que tão gentilmente disponiliza gratuitamente pra gente ( o link dele está ali do lado diretito, na coluna lateral). Tentei juntar tudo aqui e deixar agradével pra quem lê e olha.

Já ouviram falar de "dar doce às crianças"? Elas pulam pra pegar feito abelha no mel. Uso o termo pra identificar quando gostamos muito de fazer alguma coisa e vamos fazer. Quando temos a vida já estalizada, filho criado, lugar pra morar, comida pra colocar na mesa, essas coisas básicas, ou não tão básicas assim; procuramos achar coisas que nos agradem pra passar o tempo ocioso. E vamos descobrindo outros universos que fazem parte do nosso cotidiano e, pela mesmice que vai tomando conta da gente, nem notamos que estava ali há muito tempo. Só faltava ser apreciado. Estou fazendo isso agora, prestando mais atenção ao que está ao meu redor. Aquelas pequenas coisas deliciosas que já estavam lá e eu não tinha visto.
Ultimamente quando vamos à praia, viramos criança novamente e a primeira coisa que lembramos de cocolar no carro é banana e máquina fotográfica. O resto podemos até esquecer.
Carregar bananas por 120km? Será que lá não teria bananas pra vender? É claro que tem. O que não temos é paciência de esperar o outro dia, pois geralmente saimos daqui à noite, pra ir no mercadinho comprar a fruta. Ela já tem que estar lá quando meu marido acorda pois os passarinhos não podem esperar. São o "nosso doce". Aquele que damos as crianças. E as crianças, é claro, somos nós.
Esses pássaros maravilhosos foram clicados na mesma viagem que levei o Átila pra praia. Uns são novos, já tínhamos visto antes mas muito de longe. Eles são muito ariscos, não chegam perto. Dessa vez resolveram nos presentear com a sua presença. Outros já são velhos conhecidos, mas não menos queridos e estão aqui, de novo, para alegrar nossos olhos.

Esses também são prata da casa...



O mais manso de todos sempre aparece



A novidade: o debutante arisco



E isso voa, por incrível que pareça...

domingo, 27 de setembro de 2009

Exageros da idade...



Eis que de repente aparece um feriadão na vida da gente. Nada de novo aí! Normal. Se as pessoas não fossem anormais. Quando a gente vai adquirindo uma certa idade, e não precisa ser muita, vamos mudando um pouco de personalidade. O caráter continua o mesmo pois vem com a gente, frutos da nossa criação, acredito eu. Nunca fui muito sentimental, ou melhor, não era. Hoje em dia tenho, às vezes, excesso de preocupação. Coisas que pessoas cansaram de me dizer que não merecem tanta atenção mas não consigo me controlar. Quero que todos estejam bem e felizes e, tirando a "rabujentice" que me é natural, faço o que posso pra isso. Muitas vezes exagero, como essa que está nas fotos.
No 7 de setembro resolvemos passar o feriado na praia. Problema!!! E o "indefeso" do meu cachorro? Ficaria sozinho? Quem cuidaria dele? Daria o que comer e beber àquela pobre criaturinha???? Ninguém disponível? Solução!!! Levar o bicho junto. Idéia do meu marido e eu, óbvio, adorei.
Duas horas de viagem. O marido dirigindo. Eu e Átila (pretinho básico de + ou - 50kg) no banco de trás. Até que não foi mal pra marinheiro de primeira viagem, tirando os litros de baba com que ele me presenteou.
O importante é que eu e ele adororamos a experiência. Pro meu marido eu nem perguntei se tinha gostado, acho que pra não escutar a resposta. Átila, depois de um tempinho se adaptando, brincou com a vizinhança toda, fez várias amizades na praia (alguns fugiram!!!), cansou, correu, andou solto, foi perto do mar e sentiu o cheirinho da brisa. Pena que tinha muita gente na praia e não conseguimos mostrar a água pra ele ( no fundo ele deve estar agradecido por isso, mesmo sem saber).
Companheiro de primeira grandeza. Adorei tê-lo lá comigo.
Aqui estão algumas fotos da aventura:


No quintal da casa...


Tentando tirar um cochilo mas o flash não deixa...


Descansando depois do almoço no pátio...


Dando uma voltinha na praia com o papys...



... com a mamys...


Tomando água. Afinal ninguém é de ferro!!!


Olhando a mulherada de biquini...


No quintal, em outros tons...